
A primeira insônia criativa a gente nunca esquece.
"No escape da linha tu dás o nó
Na consciência da falsidade
E a cada vez que fazes a tua existência
Vira o pó do que planeja a tua realidade
No alumiar do teu pensamento
Quando pensas verdadeiramente que és outro
Tu se deténs na frente do espelho
Com um despertamento: sou louco?
Sou-ou-não-sou é a tua crueldade
Esquecendo de si pra ficar com o alheio
O que acontece no teu ambiente
É a verdade que realmente te transformas:
Viras louco ou deslouco,
Viras bonito ou viras feio.
O teu inicio nunca existiu,
Consegues até brincar com a vida,
Tu matas, tu recrias,
Tu apagas, tu renovas.
E se desistes de um... Ah!
Rapidamente inventas outro
Porque o que acaba contigo
É o espaço vazio, é o espaço espaçoso.
Tu és todos, todos são tu.
És parte essencial no eu.
Sem tu não se vive,
Sem tu a vida não acontece.
Este poema é a homenagem
A peça mais usada
Da máquina da vida
Que só depois do proibido
O leitor conseguiu
Porque, hoje,
Finalmente metamorfo,
A tua máscara caiu."
Show de bola
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